Hoje escrevo sobre minimalismo, uma filosofia de vida com a qual me identifico tanto a nível pessoal como estético. Menos é mais!
Stressa-me o excesso de móveis e bibelots porque dão a sensação que o espaço não flui! As compras desenfreadas e inúteis de objetos que só atrapalham e roubam espaço, espaço esse tão importante com as casas cada vez mais pequenas.
Este processo pode levar tempo, mas no final faz-nos sentir mais leves e felizes, pelo menos isso acontece comigo.
Como começar?
Menos consumismo e compras por impulso
Travar o consumismo e compras por impulso, comprar de forma consciente e sustentável, só o que é necessário, isto traz-nos outro benefício, poupamos dinheiro.
Desfazermo-nos do que já não tem utilidade
Desfazermo-nos do que não tem utilidade, livrarmo-nos da tralha e tudo aquilo que nos stressa, se nos stressa não nos traz felicidade. Este passo, é um dos passos mais importantes. Será mesmo que precisamos de tudo o que compramos? Fica a questão!
Criar espaços mais simples
Olhar os espaços e pensar com simplicidade e racionalidade, os espaços têm que ser fluídos e ter a sensação de amplitude, sendo ainda é mais significativo em espaços pequenos.
Reduzir bibelots
Excesso de bibelots é proibido, termos só o que nos deixa feliz! Já viu também limpar o pó num móvel cheios de bibelots? Um desespero.
Organizar para não acumular
A organização e arrumação também está incluída no minimalismo, os objetos multifunções, a definição de um lugar para cada coisa, se compra um novo objeto o velho é descartado para evitar a acumulação.
Não acredito que o minimalismo seja viver numa casa vazia. Para mim, é viver com aquilo de que precisamos e com aquilo que realmente gostamos, sem deixar que as coisas ocupem mais espaço, em casa e na nossa vida, do que aquele que merecem.
No fundo, não se trata apenas de ter menos, trata-se de escolher melhor.

Sem comentários:
Enviar um comentário